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São palavras de Rui Costa, um dos inventores da tecnologia “Method and apparatus for feedback-based real-time multicast over wireless networks” que foi recentemente patenteada nos Estados Unidos. A invenção está licenciada à Streambolico, empresa spin-off U.Porto da qual Rui Costa é o CEO.

“Method and apparatus for feedback-based real-time multicast over wireless networks” é uma tecnologia disruptiva que “rompe com o paradigma tradicional na distribuição de conteúdos na internet”, refere Rui Costa, um dos inventores. Está licenciada à empresa Streambolico – uma spin-off da U.Porto – e foi recentemente patenteada nos Estados Unidos.

 Explicada de forma simples, esta invenção, que saiu de três mentes brilhantes das Faculdades de Ciências e de Engenharia da Universidade do Porto (Diogo Ferreira, João Barros e Rui Costa), utiliza técnicas de codificação em rede para atingir velocidades de distribuição de conteúdos na internet significativamente superiores, utilizando os recursos disponíveis à sua máxima capacidade. Segundo Rui Costa, que é também CEO da Streambolico, “estas otimizações são particularmente eficientes em redes de comunicação sem fios, onde os desafios para a comunicação a alto débito são elevados devido à volatilidade do meio wireless”, diz. Esta técnica permite velocidades em média três vezes superiores e uma arquitetura de distribuição optimizada para redução de custos, o que permite que esta spin-off da U.Porto seja altamente competitiva no mercado: “Com esta tecnologia, vamos revolucionar a distribuição de conteúdos”, refere Rui Costa.

 Para o CEO, a concessão nos Estados Unidos é, por isso, “de vital importância pois trata-se do mercado principal da Streambolico”, refere. Além disso, o inventor acrescenta que “o core tecnológico do mercado da distribuição de conteúdos está nos Estados Unidos e, por isso, é fundamental que a empresa se posicione e proteja as suas soluções neste mercado”, diz.

 Projetos para o futuro não faltam e a Streambolico pretende apostar cada vez mais nesta área da distribuição de conteúdos, tornando-a mais eficiente, mas também “melhorando a qualidade de serviço do ecossistema da cloud ao mesmo tempo que se reduzem os seus custos”, refere Rui Costa. Por isso, apesar desta conquista, o trabalho prossegue e a equipa da Streambolico trabalha a todo o vapor: “Esta invenção é um dos nossos pilares tecnológicos, onde iremos agora assentar uma variedade de novas soluções”, conclui o CEO.

Esta notícia é parte da Newsletter #16 da U.Porto Inovação, na rubrica "Tecnologias da U.Porto".